IMPRENSA / NOTÍCIAS
MESTRADO PROFISSIONAL EM AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE - ATS
INC PROPORCIONA MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES INTERNADOS
CAMPANHA CONTRA HIPERTENSÃO NO LARGO DO MACHADO ALERTA POPULAÇÃO SOBRE A DOENÇA
CAMINHADA INCENTIVA A DOAÇÃO
POSSE DO NOVO DIRETOR DO INC
MINISTRO DA SAÚDE VISITA INC
CIGARRO E CORAÇÃO
CONTADORES DE HISTÓRIA
CORAÇÃO SAUDÁVEL - EVITANDO INFARTO EM QUALQUER IDADE
FRIO AUMENTA CASOS DE INFARTO
HDL É BOM, MAS NÃO TANTO
INC PRIORIZA TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN
CORAÇÃO SE CUIDA PELA BOCA
PAIS DEVEM ESTIMULAR PARTICIPAÇÃO DOS FILHOS NA ESCOLA
CUIDADOS COM O CORAÇÃO
INC PEDE A POPULAÇÃO QUE DOA SANGUE
INC TRATA CASOS GRAVES DE HIPERTENSÃO
 
 
 
MESTRADO PROFISSIONAL EM AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE - ATS

O Edital para o Mestrado Profissional em Avaliação de Tecnologias em Saúde – ATS 2017 está disponível.

Credenciado pela CAPES, o mestrado é voltado para candidatos com graduação na área da saúde (serviço social, enfermagem, farmácia, fisioterapia, medicina, nutrição, odontologia, psicologia e terapia ocupacional) e também para outras áreas como Engenharia e Economia. O curso visa preparar o aluno a apoiar instituições públicas (hospitais, municípios, estados ou governo federal) ou privadas na decisão baseada em evidências sobre avaliação de tecnologias. Tem duração de 24 meses e oferta de 12 vagas divididas em duas linhas de pesquisa: Avaliaçôes Econômicas e Estudos Aplicados ao Campo de Avaliação de Tecnologias em Saúde.

Para maiores informações e acesso ao Edital do Mestrado ATS 2017, favor enviar e-mail para contato@fundacor.com.br.

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INC PROPORCIONA MELHORIA NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES INTERNADOS

 

Um projeto desenvolvido por terapeutas ocupacionais e pela equipe multiprofissional do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) leva a pacientes internados, atividades prazerosas com o objetivo de amenizar o processo de internação para o tratamento cardiológico.

A terapeuta ocupacional do setor de Insuficiência Cardíaca e Transplante, Andrea Alfradique explica que, além dos trabalhos de aperfeiçoamento cognitivo e motoro desenvolvidos junto aos pacientes, é necessário trabalhar também a parte emocional. "Buscamos então levar, além dos tratamentos específicos, atividades leves e divertidas, de forma a elevar a autoestima destes pacientes e de suas famílias e amenizar os momentos difíceis pelo quais passam durante o tratamento e a internação. Melhorando o astral, melhora-se também a qualidade de vida e até mesmo a resposta ao tratamento", diz Andrea.

A iniciativa traz com frequência ao INC, contadores de histórias, coral de música e, na última terça-feira (20) trouxe aos pacientes, tratamentos de beleza com a participação voluntária de profissionais da franquia Werner Coiffeur Icaraí 1 de Niterói durante uma tarde de beleza.

A equipe formada por cabeleireiros, manicures e maquiadores atendeu durante toda a tarde, em torno de 30 pacientes entre adultos e crianças das enfermarias da Cardiopediatria e do Serviço de Insuficiência Cardíaca e Transplante. Entre eles Pâmela de Souza dos Santos, que acompanha o filho de três meses internado no Instituto há uma semana. "Adorei a iniciativa, pois é uma forma de distrairmos e relaxarmos um pouco diante de uma situação tão difícil pela qual estamos passando. É um resgate da vida que temos fora do hospital", frisou Pâmela, com os cabelos cortados e escovados, unhas feitas e sorriso no rosto.

As atividades são acompanhadas diretamente pela equipe de terapeutas ocupacionais e contam com a supervisão da chefia de enfermagem do INC, que verifica todos os procedimentos necessários para preservar a saúde dos pacientes.

A paciente Maria de Fátima Santos da Silva, internada há três meses no Instituto também participou da tarde de beleza para cortar o cabelo. "É um dia de alegria, vamos melhorar nossa imagem para receber nossas visitas durante a semana", ressaltou.

Para a gerente da unidade do Salão Werner Icaraí 1, Kelly Roque, a atividade vai ao encontro da importância dada pela empresa ao social e reforça a importância da ação também para os profissionais. "Temos um laço muito forte com o social e participamos sempre de ações de beleza junto à pacientes de hospitais de Niterói e do Rio. É muito gratificante. Sempre que realizamos este tipo de ação sentimos que nossos profissionais retornam ao trabalho renovados", conclui.

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INC PROMOVEU NO DIA 26/04 CAMPANHA DE COMBATE A HIPERTENSÃO NO LARGO DO MACHADO

Campanha contra hipertensão no Largo do Machado alerta população sobre a doença

Mais de 150 pessoas foram atendidas em uma ação realizada no dia 26 de abril pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC) e a Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro (Socerj) em combate à hipertensão arterial. O evento aconteceu no Largo do Machado com o objetivo de esclarecer a população sobre o papel da obesidade na elevação da pressão arterial.

"A obesidade é um dos fatores fundamentais para o desenvolvimento de hipertensão arterial. É claro que há outros fatores, como hereditariedade, envelhecimento, sedentarismo, consumo excessivo de sal na alimentação, estresse e tabagismo, mas o peso tem papel decisivo no controle desta patologia", destaca o cardiologista Ivan Cordovil, coordenador do serviço de Hipertensão do Instituto Nacional de Cardiologia. O médico explica que a pressão é considerada alta quando está acima de 140 (máxima) por 90 (mínima). A de 120 por 80 (ou 12x8) é considerada ideal.

De acordo com Ricardo Mourilhe, presidente da Socerj, o controle da pressão arterial evita diversas doenças cardiovasculares, melhora a qualidade e aumenta a expectativa de vida. "Além do tratamento com medicamentos, a mudança do estilo de vida é fundamental para o bom controle da pressão arterial. As principais medidas são fazer atividade física regular (mínimo de 150 minutos por semana), fazer dieta saudável e balanceada com menor quantidade de sódio, parar de fumar e evitar o consumo de álcool (apenas de forma recreativa)", afirma Mourilhe.

No evento, os profissionais de enfermagem do INC fizeram aferição de pressão, medição de peso e altura e cálculo do índice de massa corporal (IMC). O nutricionista do INC, Marcelo Barros orientou o público sobre a alimentação que pode ser aliada na prevenção e no combate à hipertensão arterial. Uma equipe de residentes alertou para os demais cuidados a serem aplicados à população.

Além disso, pessoas com mais de 50 anos puderam fazer no local gratuitamente o exame de doppler de carótida, que indica risco de doença cardiovascular. Segundo o médico Ivan Cordovil, pessoas com pressão considerada normal têm 15% de chances de ter espessamento da carótida. Já nas pessoas com hipertensão, esse percentual sobe para 30%. Nos portadores de doenças coronarianas, o índice é de 60%, conforme experiências aplicadas em campanhas anteriores.

O que é hipertensão?

A hipertensão acomete cerca de 25% da população adulta do Brasil, chegando a mais de 50% dos brasileiros com mais de 60 anos, de acordo com o Ministério da Saúde. A elevação da pressão ocorre principalmente porque os vasos por onde circula o sangue se estreitam.

Se não tratada, a hipertensão pode provocar complicações no coração, no cérebro e nos rins. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Os principais sintomas da hipertensão são dores no peito, dor de cabeça, tontura, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal.

A prevenção e o tratamento da doença estão diretamente ligadas ao estilo de vida, incluindo alimentação balanceada, uso de pouco sal na comida, prática regular de atividades físicas, não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas. O uso de medicação auxilia no tratamento de pacientes com a forma crônica da doença.

Quem é hipertenso deve reduzir o sal e consumir frutas que tenham potássio. É importante usar leite desnatado e seus derivados, comer peixe pelo menos duas vezes na semana, dar preferência às carnes brancas e carne magra de boi e evitar temperos industrializados. Para quem não é hipertenso, o ideal é checar a pressão pela menos uma vez ao ano – inclusive crianças. Quem já tiver se aproximado da pressão 130 por 80, deve aferi-la a cada seis meses, mesmo que nada sinta. Ir ao cardiologista uma vez ao ano também pode evitar surpresas.

Confira no link abaixo, a matéria sobre o evento veiculada pela Globo News:

Sociedade Brasileira de Cardiologia faz campanha sobre hipertensao.

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CAMINHADA EM COPACABANA INCENTIVA A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

INC e parceiros promoveram o evento no dia 27 para tentar reverter queda no número de transplantes de coração

A doação de órgãos no Brasil inspira cuidados. Especialmente a doação de coração, ainda cercada de tabus. Para quebrar preconceitos e conscientizar a população sobre a importância de não ignorar o gesto solidário mesmo em um momento de dor, o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) promoveu uma caminhada na orla de Copacabana no dia 27/09, com ex-pacientes do hospital que receberam a vida de volta através de um coração novo. O evento fez alusão ao Dia Nacional de Doação de Órgãos, lembrado na data. A parceria foi da Sociedade de Cardiologia do Rio de Janeiro (Socerj), da Rede D'Or, da equipe de Jiu-jitsu Luiz Carlos Fonseca e da Orquestra La Salle.

A ideia da iniciativa de mobilização social para comemorar a data teve um motivo. A dificuldade no transplante de coração ocorre muitas vezes por recusa familiar, e não apenas por problemas clínicos do paciente em óbito, como muitos pensam. De acordo com a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), a recusa de parentes em doar órgãos passa de 40%. A pouca adesão se reflete nos números de transplantes em 2015, que estão bem abaixo do necessário.

“No ano passado fizemos mais transplantes de coração do que este ano. Já estamos em setembro e dá para ver que a situação piorou muito. Ainda não registramos no INC metade das cirurgias que esperávamos para 2015. Precisamos de ajuda para reverter esse quadro”, faz o apelo a médica Jacqueline Miranda, coordenadora do setor de Insuficiência Cardíaca e Transplantes do Instituto Nacional de Cardiologia. O hospital é o único no estado do Rio a realizar o procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS / Ministério da Saúde).

Coração novo, vida nova

O que se espera é que ações de apelo social funcionem para sensibilizar o público, mesmo diante do pior momento da vida de qualquer um, que é a perda de um ente querido. Junto a amigos e parentes, os pacientes transplantados do INC deram uma verdadeira aula de resiliência, disciplina e autoestima no calçadão de Copacabana. José Osmar Alves é um deles. A história do ex-zelador de 43 anos, aposentado por ter insuficiência cardíaca, daria um livro. Transplantado em 2012, ele se apaixonou pela corrida e hoje é maratonista.

Casado e pai de três filhos, José não praticava esportes. Ele se encantou pela modalidade durante sua reabilitação cardíaca no hospital. Quatro meses depois da operação, no entanto, já estava fazendo sua primeira maratona, percurso de 6 km. Para quem sofria para subir os degraus da Rocinha, onde mora, a mudança foi um salto e tanto. “Passei de sedentário à atleta. Sou muito grato à família que doou e à equipe do hospital. Se não fosse por eles, não estaria aqui hoje”, lembra José Osmar, que hoje corre duas vezes por semana na praia.

O evento

A caminhada contou com a participação da equipe médica e interdisciplinar do INC e de profissionais de educação física que deram dicas de exercícios, alongamentos e fizeram a supervisão das atividades. O público presente se encantou com a participação de uma orquestra sinfônica e de atletas coreografando o percurso. Os transplantados e seus familiares ainda receberam aulas de defesa pessoal no local.

As atividades foram gratuitas e o evento aberto a todos.

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POSSE DO NOVO DIRETOR DO INC
"O cirurgião cardíaco Andrey José de Oliveira Monteiro foi empossado no último dia 4 de fevereiro como diretor-geral do instituto Nacional de Cardiologia. O médico atua no Instituto há 14 anos, é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e nos últimos quatro anos coordenou a Divisão de Procedimentos Cirúrgicos do INC."

 

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MINISTRO DA SAÚDE VISITA INC
O ministro da Saúde, Marcelo Costa e Castro, esteve pela primeira vez no Instituto Nacional de Cardiologia (INC) nesta segunda-feira, 09. Foi a primeira visita dele à unidade após assumir o ministério, no mês passado. Reconhecendo a excelência do instituto federal e elogiando sua estrutura, o ministro ouviu as demandas do hospital e garantiu seu apoio ao INC. Disse ainda que vai participar ativamente dos debates sobre alternativas de gestão, necessárias para dar conta da atenção à saúde na alta complexidade.

"Quero ajudar para que essa unidade amplie sua capacidade de atendimento ao público e possa investir ainda mais na formação de profissionais de Saúde e nos tratamentos de alta complexidade em Cardiologia", afirmou o ministro. O diretor do INC, José Leôncio Feitosa, apresentou durante o encontro um resumo sobre o trabalho de mais de 40 anos do Instituto.

Também participaram da visita o secretário estadual de Saúde Felipe Peixoto, o secretário de Atenção à Saúde (SAS) Alberto Beltrame, o diretor do INTO João Antonio Guimarães, as deputadas federais Benedita da Silva e Soraya Santos e a vereadora Laura Carneiro, além de outros profissionais do SUS e do corpo clínico e administrativo do INC.

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CORAÇÃO TAMBÉM É AFETADO PELO CIGARRO, ALERTA INC
Dia Nacional de Combate ao Fumo estimula reflexão sobre os perigos do hábito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável. De acordo com o órgão, o hábito de fumar mata mais de seis milhões de pessoas por ano em todo o mundo. Só no Brasil, o número de fumantes com mais de 18 anos é de 11,3% da população total, informa o Ministério da Saúde. Para tentar conscientizar a população sobre o perigo do cigarro, foi instituído no dia 29/08 o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Muitos esquecem, mas a boca e o pulmão não são os únicos a sofrer consequências do uso do cigarro. O coração é um dos órgãos mais afetados pelo tabaco. O cardiologista do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) João Luís Barbosa alerta que os fumantes devem ter consciência dos graves riscos do cigarro para a saúde.

“Geralmente, o tabagismo é associado a câncer e doenças respiratórias. Mas há outras doenças e problemas de saúde decorrentes do cigarro, como o infarto, AVC, aumento da pressão arterial, derrame cerebral e até amputação de membros. O fumo é a principal causa de infarto em pacientes jovens”, esclarece o médico do INC.

Os 10 mandamentos para deixar de fumar:

1 – Querer deixar o cigarro

2 – Conhecer os malefícios do fumo para o coração e para a saúde em geral

3 – Saber que é possível parar de fumar mesmo após algumas tentativas sem sucesso

4 – Entender os níveis de dependência

5 – Entender que a “fissura” dá e passa

6 – Conhecer as técnicas que auxiliam a parar de fumar

7 – Aprender a identificar as circunstâncias que estimulam a vontade de fumar e evitá-las

8 – Identificar e refletir sobre os motivos pessoais que estimulam a vontade de parar de fumar

9 – Buscar orientações sobre Programas de Tratamento do Tabagismo

10 – Conhecer os benefícios obtidos ao parar de fumar

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PROJETO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS ESTIMULA TRATAMENTO DE PACIENTES NO INC
Uma vez por semana ele deixa o escritório onde trabalha como arquiteto para visitar os pacientes do Instituto Nacional de Cardiologia. José Matos é um dos 13 contadores de histórias que todas as semanas vão ao INC levar, por meio de livros, um pouco de alegria e distração às enfermarias infantis.

Há três anos atuando no INC, José Matos conta histórias para as crianças na enfermaria do Serviço de Cardiologia da Criança e do Adolescente. Em seu acervo carrega histórias que vão de fábulas a contos autorais, utilizando livros próprios e também do acervo disponibilizado pela associação no hospital.

 Para despertar a atenção dos pequenos pacientes, Matos utiliza técnicas que vão além da leitura simplesmente. ”É importante mostrar as imagens e olhar nos olhos do paciente para que ele vivencie a história que está sendo contada, despertando, dessa forma, seus sentimentos e emoções”, explica.

Todos os contadores do Instituto Rio de Histórias são voluntários e passam por treinamentos que, além de técnicas específicas de contação de histórias, abrangem também conhecimentos sobre higienização, cuidados com o paciente e humanização.

Para a terapeuta ocupacional do INC, Maria Regina Horta, o projeto é importante, pois auxilia de forma positiva na resposta dos pacientes ao tratamento. “Ao trabalhar com o imaginário, ao acompanhar a leitura e envolver-se no encantamento da história, a criança pode criar recursos internos para lidar melhor com a situação do adoecimento e da hospitalização. É um estímulo ao lado saudável da criança e à leitura”, conclui.

O Instituto Rio de Histórias, que conta com cerca de 140 voluntários atuando em 22 hospitais das cidades do Rio de Janeiro e Niterói, representa a Associação Viva e Deixe Viver, que tem sede em São Paulo.

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CORAÇÃO SAUDÁVEL - EVITANDO INFARTO EM QUALQUER IDADE
Logo cedo, eles mal acordam e já estão acessando os smartphones para verificar questões de trabalho. Durante o almoço, não se alimentam direito e sempre ocupam a cabeça com os milhares de compromissos de trabalho que têm pelo dia. Ao chegaram em casa, à noite, a palavra descanso é proibida.

Em vez disso, viram a madrugada mergulhados em mais trabalho. Estes são os chamados workaholics – termo em inglês para ‘viciados em trabalho’ –, perfil apropriado para sofrer um infarto a qualquer momento.

Há também os que já se aposentaram, mas não se exercitam com regularidade e se alimentam mal. Esse grupo mostra que não basta apenas viver de forma relaxada e/ou tomar os remédios no horário certo (para os que sofrem com a pressão), desde que a saúde do corpo também não esteja em dia.

“Manter a mente tranquila e evitar grandes emoções é muito importante, mas também é fundamental manter uma vida plenamente saudável, principalmente na terceira idade”, alerta a cardiologista Cynthia Magalhães, que enumera abaixo dicas para evitar o enfarto em qualquer idade.

• Não fume e nem seja fumante passivo. O cigarro é um dos grandes inimigos do coração.

• Faça exercícios regularmente. Há uma série de benefícios proporcionados pela atividade física: aumento do bom colesterol (HDL), controle da pressão arterial, redução de peso, sensação de bem estar, redução do açúcar no sangue, etc.

• Cheque e trate a sua pressão arterial, caso ela esteja elevada. Considere como normal a pressão de 12x8 (doze por oito).

• Cheque e trate o seu nível de açúcar no sangue, caso ele esteja elevado. Considere como normal até 99 mg/dl.

• Cheque e trate o seu colesterol, caso ele esteja elevado no sangue. Considere como normal para indivíduos saudáveis colesterol total menor que 200mg/dl e LDL (mau colesterol) menor que 100 mg/dl.

• Reduza seu estresse e procure dormir bem à noite. Proporcione-se momentos de lazer.

• Alimente-se corretamente, com mais qualidade do que quantidade. Não esqueça de que não podemos abusar do sal e, às vezes, ele vem disfarçado em alimentos. Portanto, crie o hábito de ler rótulos no mercado.

• Controle seu peso. Cheque-o com frequência.

• Consulte um médico regularmente. Não espere ficar doente para marcar uma consulta. A prevenção é o melhor remédio que existe.

• Ame a vida e o seu coração. Não desista nunca!

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FRIO AUMENTA CASOS DE INFARTO
Nos dias mais frios, os índices de infarto podem aumentar em até 30%, principalmente quando a temperatura está abaixo dos 14 graus. Pacientes com idade entre 75 e 84 anos e aqueles com doença coronariana prévia são mais vulneráveis aos efeitos da baixa temperatura.

O médico do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) Felipe Pittella explica que a exposição ao frio faz aumentar a viscosidade sanguínea, a pressão arterial e as concentrações de fibrinogênio, ou seja, fatores trombogênicos que favorecem a oclusão das artérias coronárias levando ao infarto agudo do miocárdio.


“As pessoas com fatores de risco, como colesterol elevado, tabagismo e obesidade, devem evitar mudanças bruscas da temperatura, principalmente do quente para o frio, pois essa mudança súbita pode agravar sintomas de angina, e aumentar o risco de infarto e acidente vascular cerebral.”

Apesar de nem todas as regiões do Brasil registrarem baixas temperaturas durante o inverno, o cardiologista alerta que é necessário manter o corpo aquecido.

“O frio prejudica principalmente aqueles que já têm alguma doença cardíaca, mas pode afetar aqueles que não têm ou que ainda não sabem que possuem alguma enfermidade no coração. Por isso é importante que as pessoas, principalmente as mais idosas, vistam roupas adequadas às temperaturas mais reduzidas ou mantenham suas residências aquecidas.”

Hipertensos e diabéticos correm mais riscos

As pessoas que sofrem de hipertensão e de diabetes correm mais riscos durante o inverno. Segundo o médico, “as doenças que atingem a circulação sanguínea ficam mais intensas com a chegada do frio e os pacientes com problemas circulatórios dos membros inferiores podem sentir maior desconforto nas pernas devido à diminuição da circulação”, explica Pittella.

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HDL É BOM, MAS NÃO TANTO
Pesquisa recente do centro médico e acadêmico Cleveland Clinic, nos EUA, descobriu que o chamado “bom colesterol” é positivo, mas também traz malefícios à saúde. Em alguns casos, o HDL pode perder seu fator protetor e desencadear inflamações e até entupimento de artérias. Similar aos efeitos brandos do LDL, o “mau colesterol”.

De acordo com o médico do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) Carlos Scherr, a qualidade do HDL é mais importante que a quantidade. E os resultados são mais satisfatórios quando a pessoa naturalmente tem esse colesterol em bom nível no corpo. As pesquisas em relação ao HDL começaram a ser feitas, inclusive, porque foi observado que quem nasce com o bom colesterol alto tem menos chance de apresentar doença coronariana.

“No HDL existem partes diferentes e, provavelmente, estaríamos elevando todas genericamente ou uma porção não eficaz. Seria preciso criar medicamentos que identificassem as boas propriedades e as elevassem, o que ainda não é possível”.

O cardiologista do INC concorda que os estudos com medicamentos para aumentar o colesterol bom não deram resultados satisfatórios até hoje, mas lembra que manter o HDL alto com atividades físicas e outras atividades não medicamentosas oferece proteção contra os problemas cardiovasculares.

“Há substâncias que baixam o HDL e são extremamente maléficas para a saúde, como o cigarro e o uso de anabolizantes”, acrescenta Carlos Scherr, reforçando que até o momento o que se entende é que a presença do “bom colesterol” é fundamental para a saúde do coração.

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INC PRIORIZA TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN
45% dos portadores da síndrome nascem com cardiopatias.

Há cinco anos, o Instituto Nacional de Cardiologia (INC) dá a muitas crianças portadoras do Down a chance de ter um futuro com menos limitações. Graças a um programa de atenção que prioriza o atendimento aos portadores, muitas contam com benefícios de correção de suas cardiopatias, principalmente as que ainda estão no primeiro ano de vida.

As estatísticas apontam que mais de 45% dos portadores de Síndrome de Down nascem com cardiopatias desabilitantes. Em março de 2009, quando foi instituída a prioridade, 50 pacientes aguardavam cirurgias no INC. Hoje, a demanda é atendida em pouco tempo.

Com o programa, os pequenos pacientes que necessitam de procedimentos cardíacos têm um corredor técnico administrativo para atendimento à atenção que necessitam e ficam em um leito reservado, onde aguardam brecha para receber o benefício. Em casos de imprevistos em uma das cirurgias agendadas – como uma infecção, alteração vascular ou falta de sangue compatível, por exemplo – o paciente portador da síndrome é imediatamente encaixado no lugar.

Quem sofre de problemas cardíacos em decorrência da síndrome precisa passar pela cirurgia entre seis meses e um ano de idade, pois as enfermidades do coração podem causar insuficiência cardíaca e desnutrição, entre outros problemas que podem ter sido evitados com intervenção precoce. O INC consegue realizar a maior parte das cirurgias dentro da idade ideal.

“A identificação e o tratamento precoce das enfermidades cardíacas nos casos da Síndrome de Down permitem uma maior qualidade de vida, além da possibilidade de maior convívio social. Essa é uma ação importante para eles, para suas famílias e para a sociedade”, exalta o coordenador do serviço de Cardiologia da Criança e do Adolescente do INC, Luiz Carlos Simões.

O médico explica que o programa permitiu aos profissionais identificar e desenvolver ações que permitam atender hoje com mais qualidade ainda este grupo especial de pacientes. “Aprendemos todos os dias as saborosas vitórias de ajudar uma criança com Síndrome de Down”, revela o cardiologista.
Das crianças operadas no INC no último ano, o problema cardíaco mais observado foi o Defeito do Septo Atrioventricular (DSAV), uma má-formação congênita do coração que se apresenta nas categorias parcial, intermediária ou total. O sangue oxigenado das câmeras cardíacas esquerdas passa para as câmeras direitas, misturando o sangue rico em oxigênio com o sangue pobre que vai para os pulmões. Isso gera um aumento na quantidade de sangue para os pulmões e, como parte dele é ejetado pelo coração, retorna inadequadamente e acaba por sobrecarregar o coração.

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CORAÇÃO SE CUIDA PELA BOCA
INC ensina alunos de escolas do Rio que cuidar da saúde oral ajuda a prevenir doenças cardiovasculares.

O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) iniciou em abril um projeto nas escolas do Rio para ensinar como os cuidados com a saúde bucal podem prevenir doenças cardiovasculares. Através de palestras aos alunos, o projeto Educação e Saúde prevê ainda orientações sobre alimentação saudável e higiene oral. O odontólogo Paulo Moreira, coordenador da equipe multiprofissional do hospital, esclarece que inflamações bucais podem levar à ocorrência de eventos tromboembólicos como AVC e infarto.

“As infecções crônicas ou agudas da boca promovem resposta do sistema imunológico, favorecendo o crescimento de placas que entopem os vasos”, explica o especialista, que ministrará o encontro junto a uma nutricionista do INC.

O projeto é uma ideia antiga de Moreira, que constatou no Instituto uma grande incidência de doenças gengivais nos pacientes cardiopatas, endossando pesquisas que tratavam da correlação entre a má condição de higiene bucal e o aumento de risco para doenças cardiovasculares.

O programa é piloto de uma grande proposta de informar à população sobre o risco da displicência com a saúde bucal. Os estudantes a receber as orientações têm entre 12 e 17 anos. O primeiro colégio a contar com a visita da equipe do INC foi a Escola Municipal José de Alencar, em Laranjeiras. Duas técnicas de higiene bucal também participam do evento para instruir os adolescentes sobre a correta escovação dos dentes e uso do fio dental.

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PAIS DEVEM ESTIMULAR PARTICIPAÇÃO DOS FILHOS NA ESCOLA
Interação pode incentivar o consumo de alimentos saudáveis na escola.

Uma das preocupações dos pais na volta às aulas é ver o trabalho de habituar os filhos a uma alimentação saudável desaparecer do dia para a noite. Para evitar isso, o nutricionista do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), Marcelo Barros, estimula a participação da criança na hora de montar a lancheira.

“Esse momento é importante para o responsável interagir e explicar como se escolhe os alimentos, destacando que são saudáveis e que vão a ajudar a criança a render melhor nos estudos. Essa cumplicidade será útil para que os pequenos tenham prazer no próprio lanche e não fiquem tão tentados a consumir os itens mais calóricos, muitas vezes, oferecidos pelos próprios colegas.”

O especialista alerta que muitos responsáveis, por excesso de zelo, acabam colocando diversas opções de alimento, temerosos que a criança sinta fome.

“A lancheira deve ter um sanduíche, uma fruta e um iogurte ou suco, que deve ser natural ou de soja. Esses itens são suficientes para o período escolar e deixarão a criança alimentada durante o tempo de aula. É importante não encher a merendeira de comida, provocando um consumo excessivo de calorias que pode provocar aumento no peso.”

O nutricionista do INC destaca que é possível acrescentar, eventualmente, bolos ou biscoitos, para diversificar o lanche.

“Deve prevalecer o bom senso, nada muito calórico ou gorduroso. Mas estão vetados na lancheira os pacotes de salgadinhos, batatas chips, além das massas e frituras típicas das cantinas da escola, como coxinhas, risoles e pizzas.”

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CUIDADOS COM O CORAÇÃO

Doentes cardíacos precisam redobrar os cuidados durante o verão. Pressão baixa também inspira cuidados. Ingerir sal é arriscado sem certeza de hipotensão .

Com as altas temperaturas, muitas pessoas estão mais vulneráveis a tonturas, mal-estar e até desmaios. É preciso ficar atento, pois esses sintomas, na maioria das vezes, estão associados à queda ou ao aumento da pressão arterial. Para os que apresentam essas alterações com frequência, principalmente durante o calor, o ideal é procurar um cardiologista, para entender melhor de onde vem o problema.

De acordo com Stephan Lachtermacher, médico do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), muitas pessoas não sabem que tem o problema. Nesse caso, o mais perigoso é quando a pressão arterial está alta. Se a doença não for tratada, pode ter graves consequências. “Quando a pressão fica acima do normal e sobrecarrega as artérias, ocorre a chamada hipertensão. Se não for tratada, pode causar acidente vascular cerebral, insuficiência renal, doenças cardíacas e, em alguns casos, até a perda da visão”, alerta o cardiologista.

O médico ressalta que a pressão baixa também deve ser controlada. E ao contrário do que muitos pensam, não é recomendável ingerir sal para combater os sintomas da chamada hipotensão. Alguns sinais típicos, como tontura, são semelhantes aos da pressão alta e o sal é muito perigoso se utilizado por pessoas hipertensas. Por isso, para ter um diagnóstico correto, é importante procurar um médico.

“Quando o sangue exerce pouca pressão ou passa devagar pelos vasos sanguíneos, temos um quadro de pressão baixa. Neste caso, algumas pessoas podem sentir moleza, cansaço e desmaios. Esses são sintomas muito frequentes durante o verão, pois o calor em excesso leva à desidratação, que é a perda de sódio e potássio do organismo, além da vasodilatação”, destaca Stephan. Os especialistas do INC elegem abaixo os principais cuidados que podem ser tomados durante os dias mais quentes.

Evite problemas de pressão no verão:
Beba bastante água e sucos naturais. A hidratação do corpo é fundamental.
Evite locais abafados e com muita aglomeração de pessoas.
Use roupas leves.
Mantenha uma alimentação saudável, com pouca ingestão de sal.

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INC PEDE A POPULAÇÃO QUE DOA SANGUE

O Hemonúcleo do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) precisa de doadores de sangue. A unidade conta com o gesto solidário para dar conta das cirurgias diárias realizadas no hospital. Para doar sangue é necessário ter entre 18 a 65 anos, estar em boas condições de saúde e pesar mais de 50 kg. O Hemonúcleo funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 14h. O INC fica localizado na Rua das Laranjeiras, nº 374. Mais informações pelo telefone (21) 3037-2215.

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INC TRATA CASOS GRAVES DE HIPERTENSÃO

Cardiopatia é de difícil controle e corresponde a 15% dos diagnósticos de pressão alta no Brasil
Estima-se que mais de 180 milhões de pessoas no mundo sofram com Hipertensão Arterial Refratária (HAR). Distúrbio mais grave do que a pressão alta comum, a também chamada hipertensão resistente é de difícil controle até com aplicação de remédios. Devido ao risco alto de óbito em casos de cirurgia, as recomendações médicas eram apenas mudanças no dia a dia e medicação. Um método novo, conhecido como denervação renal, vai mudar esse cenário.

Técnica minimamente invasiva que corta a comunicação nervosa da artéria renal e estabiliza a pressão arterial, a Denervação Simpática Renal é feita através da introdução de um cateter por punção na artéria femoral. O método já está disponível no Instituto Nacional de Cardiologia (INC) desde o mês de outubro de 2014 e beneficiará os pacientes que sofrem com a cardiopatia sob risco de morte. Esse público é constituído, em sua maioria, por pessoas com sobrepeso, diabéticos e idosos.

“A hipertensão refratária afeta 15% dos hipertensos brasileiros. É um número elevado para um problema sério de saúde. Esse novo método é um divisor de águas no tratamento da doença e vai melhorar consideravelmente a qualidade de vida do paciente”, esclarece o coordenador do serviço de Hemodinâmica do INC, Sérgio Martins Leandro. O cardiologista lembra que, por ser um procedimento relativamente simples, os pacientes deverão ter uma recuperação rápida.

“O hipertenso terá um tratamento diferenciado, com uma equipe multidisciplinar, composta por clínicos, nefrologista e cardiologistas intervencionistas. O clinico vai selecionar o paciente, o hemodinamicista será responsável pelo procedimento e o resultado final será verificado pela equipe clinica”, resume o cardiologista.
Os avanços no tratamento com a utilização desse procedimento serão tema de palestra do médico no 35º Simpósio do Instituto Nacional de Cardiologia, nos dias 13 e 14 de novembro.

Serviço
35º Simpósio do Instituto Nacional de Cardiologia (INC)
13 e 14/11 – Hotel JW Marriott
Endereço: Avenida Atlântica, nº 2600 – Copacabana (Rio de Janeiro / RJ)
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